1. Não é uma brincadeira de criança – é um esporte olímpico.
O badminton é frequentemente considerado um passatempo campestre, mas, na verdade, é um dos esportes mais dinâmicos, técnicos e de alta velocidade do mundo. A velocidade da peteca pode chegar a 493 km/h (recorde de Tai Tzu Ying, 2023) – mais rápido que o tênis ou o squash. É um esporte que exige reação, estratégia, resistência e precisão.
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2. História – da Índia ao Olimpo.
A origem do badminton é o jogo indiano “poona”, jogado com penas e raquetes. Oficiais britânicos o trouxeram para a Inglaterra, onde a primeira versão oficial foi estabelecida em 1873, na Mansão Badminton (daí o nome). Em 1992, o badminton se tornou um esporte olímpico. Hoje, os líderes são China, Indonésia, Dinamarca, Japão e Coreia do Sul.
3. Equipamento – leve e preciso.
As raquetes pesam apenas 70–95 gramas – cinco vezes mais leves que uma raquete de tênis! A peteca é feita de 16 penas de ganso ou sintéticas, pesando 4,74–5,50 gramas. Cada pena tem um formato e rigidez específicos para garantir que a peteca voe com estabilidade. Os calçados têm solas reforçadas para movimento lateral. Cada detalhe é projetado para velocidade e controle.
4. Regras – simples, porém sofisticadas.
O jogo é disputado até 21 pontos (dois de três games). Saque por baixo, diagonalmente. A peteca deve cair dentro das linhas. A peteca não pode ser segurada na raquete, tocar a rede ou interferir no adversário. O jogo de duplas exige táticas complexas: quem cobre o centro, quem ataca, quem cobre. É xadrez em velocidade.
5. Atividade física – aeróbica + treinamento de força.
Durante uma partida, um jogador de badminton corre de 6 a 7 km – mais do que um jogador de tênis! Saltos, sprints, passos laterais, golpes giratórios – tudo é levado ao limite. Isso desenvolve resistência, tempo de reação, coordenação e força nas pernas e no core. É um excelente treino cardiovascular e ajuda a prevenir a osteoporose (graças aos saltos).